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Cabeçote sem conserto

 

O trecho abaixo copiei do portal da Época, vamos lá:

A elevação da taxa básica (Selic) para 11,25%, decidida pelo Copom na quarta-feira (19) ao ano fez o Brasil disparar no ranking mundial dos juros reais (medida que desconta a inflação). Segundo levantamento da Cruzeiro do Sul Corretora, a taxa subiu para 5,5%, ante 1,9% da Austrália, a segunda colocada. 

Nos Estados Unidos o rendimento em um ano está negativo em 1,2%. Na Inglaterra, a perda chega a 3,1% e, na Venezuela, alcança 7,4%. “A situação brasileira e de outros emergentes é bem diferente do que está acontecendo nos países desenvolvidos”, observa o analista responsável pelo levantamento, Jason Vieira.

Na média, os analistas do mercado financeiro acreditam que a Selic encerrará o ano em 12,25% ao ano. Ao mesmo tempo, a inflação tende a cair, justamente por causa do ciclo de aperto monetário.

A elevação da taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual retira R$ 3 bilhões do poder de compra das famílias e da capacidade de investimento das empresas, segundo a Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP). 


Com o país liderando os ranking de burocracia, juros, impostos e deficiência estrutural fica complicado bater bumbo em favor do governo.

A União arrecadou em 2010 módicos R$ 1,2 trilhões.

Trilhões.

E com tamanha “eficiência” o Estado serve mais como freio ou motor para a sociedade?

P.S. Tem gente que acredita que ele é o motor.