Dei um tempo em tudo e fugi do e no carnaval.
Estou na Europa, amigos.
Subi na torre, vi o Moulin Rouge, a Vênus, o Arco e Monalisa.
Não tem preço.
E se tiver, é barato e vale a pena.
O povo, apesar do que muitos dizem, é solícito e cordial.
O fato de ser cadeirante influi. Mas não acredito que tratem outros diferente.
Tá na cara deles.
Paris é uma cidade linda.
Clichê.
O povo, nas ruas, é parecido com os que vagam por São Paulo.
São nervosos no trânsito, não usam cinto, jogam ponta de cigarro no chão e fazem xixi na rua.
É uma metrópole.
Mais inspiradora que outras é verdade, mas não tão diferente.
É fácil se sentir “em casa” por aqui.
Tem vida e gente por onde você for.
Bom, voltando e dizendo o que fiz por aqui nesses quatro dias além de comprar lembranças e tirar fotos…
Andei.
Sim, mais de 5km por dia a pé e mais uns 10km de taxi.
Rodei a cidade toda.
Toda.
O lado rico, em torno da torre e da Champs-Élysées.
Os bairros pobres, chineses e árabes.
E o boêmio, Montmartre.
Gostei de tudo.
Tudo.
E se pudesse te dar um conselho seria esse: ande.
É uma cidade que vale a pena.
Das cinco cidades que queria ir na minha vida, uma já se foi.
Faltam 4 e ainda estou bem longe dos 30.
Deus existe e me ama muito.
Abraços.
E na volta conto mais e melhor.
Vou desligar o iPod porque preciso dormir.