É mais um livro do Dostoiévski que eu, mesmo sendo contra a minha baixa formação cultural, insisto em ler.
Gostei muito dos outros dois. E, dado o que vem acontecendo, realidade nua para alguns, é um tema que vem a calhar.
Bom, não li 20% do livro ainda e a cada virada de página tenho que consultar o dicionário umas três vezes. Mas o livro já me deu algo que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Parafraseando é mais ou menos isso:
“Compreendi que a falta de liberdade não é estar segregado e sim não ter tempo para ficar sozinho.”
Pensei durante um bom tempo nesse trecho. Não só sobre o aspecto de quem está preso efetivamente.
Mas também pelo lado dos que pensam estar livres e não estão.
Bom final de semana.