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Posts tagged: governo

Eu, você, as possibilidades e os impostos.

Com a ajuda do excelente site: (http://www.impostometro.com.br) posso montar um texto para colocar em números o que se podia fazer com um dia de arrecadação de tributos. Saliento, APENAS UM DIA. Lá vai à lista.

Com o dinheiro arrecadado pela união por dia daria para:

  • Construir mais de 16.060 postos de saúde equipados.
  • Mais de 50.000 Km de redes de esgoto.
  • Construir mais de 335 mil salas de aulas equipadas.
  • Plantas quase 1 bilhão de árvores.
  • Contratar mais de 287 mil policiais e pagar seus salários por um ano.
  • Construir 132.153 casas populares de 40m2.
  • Fornecer medicamentos para toda população brasileira por 1.792 meses.
  • Fornecer 33 milhões de bolsas famílias.
  • Comprar quase 58 mil ambulâncias equipadas.
  • Construir mais de 4 mil Km de estradas asfaltadas.

Os números são referentes ao ano de 2011. A base de cálculo é de pouco mais de R$ 4,6 bilhões, que é o que a União arrecada por dia. Ao longo de 2011, pasmem! O Estado embolsou praticamente R$ 1,7 TRILHÕES. Os dados estão todos disponíveis, basta procurar e, se quiserem tirar a provar, calcular.

Tudo isso mostra que somos fortes, que conseguimos arcar com uma carga tributária tão pesada e ainda festejar. Conseguimos sustentar uma classe política inoperante e ainda aplaudi-los.

Os números também mostram uma outra coisa, com tanto recurso a falta de compromisso e gestão por parte do governo me faz imaginar se um primata com a faixa presidencial não poderia fazer algo semelhante ao que o governo vem fazendo, ou, quem sabe, talvez até melhor.

(sem revisão)
Em primeiro o Liberalismo só depois a Democracia

A democracia é um meio para se garantir a justiça. E não a justiça em si. A “ditadura da maioria” deve estar bem amarrada a lei e as instituições para funcionar em plenitude.

Digo isso para explicar um pouco o por quê de não morrer de amores pelos “ideais democráticos”. Como se em um grupo de 10 pessoas 6 escolhessem algo e isso vire verdade, como se a verdade e a justiça não pudesse estar na escolha dos 4 restantes.
________

“CONSTANTINO, Rodrigo: “A Economia do Indivíduo: O Legado da Escola Austríaca”

Sobre a democracia…
“Por esta ótica, dois lobos e uma ovelha escolhendo democraticamente qual será o jantar levaria a um resultado totalmente justo. O liberal discorda porque entende que a ovelha tem o direito de não virar jantar de lobo, independentemente do que deseja a maioria do momento.”

Acredito que antes de democratas devemos ser liberais.

Não sou anti-Lula ou anti-PT, take easy

Amigos: Não sou anti-Lula.
Só o critico porque o maior político da história do país não tinha o direito de sair da presidência sem ter feito uma reforma se quer.
E é obvio que se a discussão for PSDB vs PT irei defender os tucanos.
Uma vez que, para mim que sou liberal e de direita, um esquerda capitaneada pelos tucanos é menos danosa.
Agora criticar, bem ou mal, sempre o farei, independentemente de quem esteja no poder.
É um defeito de quem tem ideologia republicana e liberal e devo carregar esse defeito por um longo tempo.

Sobre Tomadas, Lâmpadas e Liberdade

Post enviado por e-mail. (Via Blog do Professor Cristiano M. Costa)

Do Canal Rural:

As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado paulatinamente até 2016. Portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio regulamentando a retirada foi publicada no Diário Oficial da União. A finalidade é que elas sejam substituídas por versões mais econômicas.

Está em curso oficial o banimento das lâmpadas incandescentes do mercado brasileiro. Segundo a portaria, houve uma consulta na internet e audiências públicas sobre o assunto. Me desculpem, mas não fiquei sabendo. Mais ainda, o consumidor que tem acesso a internet é totalmente viesado.

Outro caso que não fui consultado foi o da mudança das tomadas, para as tomadas do tipo “Lula”, com três pinos. Obviamente, os pinos são em formato e tamanho diferentes do padrâo americano para mostrarmos nossa soberania (sic). Resultado? Uma indústria de adaptadores.

O mais engraçado é que não há nenhuma reação da sociedade civil à esse tipo de comportamento do Governo. Não ouvimos nenhum intelectual renomado ou instituição que defende os direitos dos consumidores contra esse tipo de imposição.

Eu entendo que no caso da tomada existe a questão da segurança, e no caso da lâmpada incandescentes o consumo é muito alto. Mas, notem que nenhuma decisão olhou para o preço desses produtos. Em nenhum momento esse ponto é trazido ao debate, sob o argumento que no longo prazo o custo se justifica.

É óbvio que usar uma lâmpada CFL gera menor consumo e a conta de energia cai. Mas e aí? A pessoa tem que ter o direito de ela mesma fazer essa conta e tomar essa decisão! Não precisa que o Estado chegue pra ela e diga:

- Agora você vai usar calça jeans, porque dura mais!

Nenhum produto pode sofrer esse tipo de banimento. E os fabricante que tem capital instalado? E os revendedores? E, principalmente, os consumidores! Muitos gostam da luminozidade da lâmpada incandescente. Outros não tem grana para comprar a CFL, pois não tem a verba para uma lâmpada tão cara. O consumidor tem que ter o direito de escolher.

O direito de escolha é uma liberdade. Cada vez que abrimos mão do nosso direito de escolha, abrimos mão da nossa liberdade.

O governo americano impôs uma política semelhante. E advinhem? Lá existe oposição.

Da Fortune: Congressman Joe Barton (R-Texas) is steamed about government intrusion. “Washington is making too many decisions,” he said recently. Rush Limbaugh is fuming too: “These … SOBs are trying to take over every aspect of our lives,” he raged.

Além da questão da liberdade tem todo o aspecto econômico. As pessoas não estão dispostas a gastar com lâmpadas CFL quando a sua conta bancária está apertada (ainda da Fortune): The irony is that sales of CFLs have fallen 31% since 2007, due to the recession, the longer life of the new bulbs, and the decision of Wal-Mart (WMT), which controls about 41% of the market, to stop aggressively promoting them. (When contacted, a Wal-Mart spokesman said the company had “nothing to contribute to this story.”) Maybe Barton should simply rely on the good old free market.

O governo não deveria intervir desta forma na vida do cidadão comum. Alguma chance que o velho e bom livre mercado possa resolver essa questão, levando-se em conta os efeitos positivos da redução de consumo de energia da lâmpadas CFL? Talvez não, dada a externalidade. Mas que tal o governo subsidiar a produção de lâmpadas CFL aqui no Brasil?

Bem, isso também vai acontecer (da Gazetaweb):

A indústria pretende passar a produzir as novas lâmpadas, que hoje são todas importadas. E acredita que, com mais oferta, o preço pode cair: “Os preços devem baixar por conta dos incentivos na hora da produção local”, diz o diretor-técnico da Abilux Isac Roizenblatt.

Ou seja, o mercado local mal consegue produzir aos preços caros, imagine ao preço inferior que incentive as pessoas a comprar CFL ao invés da incandescente.

Pra que uma lei banindo a lâmpada incandescente?

Resposta: Para obrigar as pessoas a fazerem o que o governo quer. Pense nisso! O próximo passo será escolher a sua calça!